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Myriophyllum aquaticum
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Myriophyllum aquaticum
Pinheirinha, milefólio-aquático, pinheirinha-de-água
Sinonímia
Enydria aquatica Velloso; Myriophyllum brasiliense Cambess.; Myriophyllum mattogrossense Hoehne; Myriophyllum proserpinacoides Gillies; Myriophyllum proserpinacoides Gillies ex Hook. & Arn.
Classificação taxonómica
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Saxifragales
Familia: Haloragaceae
Tipo de organismo
Algas
Tipo de habitat
Marinho
invasoras.pt
Identificação e caracterização
Distribuição
Impactos
Prevenção e controlo
Bibliografia
Sinónimos
Enydria aquatica Velloso; Myriophyllum brasiliense Cambess.; Myriophyllum mattogrossense Hoehne; Myriophyllum proserpinacoides Gillies; Myriophyllum proserpinacoides Gillies ex Hook. & Arn.
Descrição
Erva aquática de até 2 m, por vezes sub-lenhosa na base. 4-6 folhas por nó, com 15-40 mm, normalmente mais longas (as emergentes) do que os entrenós; folhas emergentes verde-azuladas, cobertas por glândulas hemisféricas, minúsculas e transparentes, recortadas em 8-30 segmentos de 3-6 mm. Flores unissexuais, amareladas ou rosa-claras, solitárias, axilares; pétalas das flores masculinas com 5 mm, inexistentes nas femininas. Frutos ovoides, papilosos, com 1,8 X 1,2 mm. Floração de maio a outubro.
Como identificar
Erva aquática, semelhante a um pequeno pinheirinho, com folhas emergentes azul-esverdeadas.
Taxonomia
Taxonomia
Classificação
Reino
Plantae
Filo
Tracheophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Saxifragales
Família
Haloragaceae
Género
Myriophyllum
Espécie
Myriophyllum aquaticum
Biologia e ecologia
Em carregamento
Inimigos naturais
O escaravelho desfolhador Lysathia sp. (Coleoptera: Chrysolmelidae), foi introduzido na África do Sul, em 1994, causando atualmente danos extensos em Myriophyllum aquaticum. Este agente não foi ainda testado em Portugal, de forma a verificar a sua segurança relativamente às espécies nativas, pelo que a sua utilização ainda não constitui uma alternativa no nosso país.
Origem e distribuição
Área de distribuição nativa: América do Sul: Estados meridionais do Brasil, Peru, Uruguai, Argentina e Chile. Área de distribuição em Portugal: Portugal continental (Minho, Douro Litoral, Beira Litoral, Estremadura, Ribatejo, Alto Alentejo).
Tabela de distribuição
Continente
País
Ocorrência
Ano de introdução
Invasora
Europa
Albânia
Estabelecida
-
Sim
América
Anguila
Estabelecida
-
Sim
Oceania
Áustria
Estabelecida
-
Sim
Oceania
Alemanha
Estabelecida
-
Sim
África
Alemanha
Estabelecida
-
Sim
Ásia
Albânia
Estabelecida
-
Sim
Ásia
Albânia
Estabelecida
1
Sim
Europa
Áustria
Erradicada
2
Não
Historial da introdução e disseminação
Para fins ornamentais, apesar de haver alguma controvérsia relativamente a uma possível introdução acidental. Utilizada como planta ornamental em aquariofilia.
Caracteristicas que facilitam a invasão
Fora da área de distribuição nativa, reproduz-se apenas vegetativamente por fragmentação dos caules. Não forma autofragmentos, mas estes formam-se por ações mecânicas, enraizando rapidamente. Os rizomas são resistentes, viajando longas distâncias agarrados ao fundo de embarcações. As partes aéreas crescem tanto fora de água como submersas.
Habitats preferenciais de invasão
Lagoas, valas, linhas de água, pântanos e solos encharcados.
Via de introdução
Via
Tipo de via
Categoria de via
Documentos
Animais de estimação | Aquários | Terrários
Transporte intencional
Fugas de cativeiro
Ornamental
Transporte intencional
Fugas de cativeiro
Equipamento de pesca
Transporte não intencional
Transporte - clandestino
Clandestinos em barcos/navios
Transporte não intencional
Transporte - clandestino
Bacias |Mares | Canais interligados
Corredores e dispersão
Corredores
Dispersão natural das espécies
Corredores e dispersão
Não ajudado
Tabela de impactos
Económico
Nulo
Ambiental
Nulo
Social
Nulo
Impacto ambiental
Forma tapetes que podem cobrir totalmente a superfície da água. O seu crescimento reduz a qualidade da água, a biodiversidade, a luz disponível e o fluxo de água.
Impacto social
Em carregamento
Impacto económico
Diminui o aproveitamento recreativo das zonas invadidas e pode causar problemas em sistemas de rega. Custos elevados na aplicação de medidas de controlo.
Prevenção e controlo
Remoção manual/mecânica (metodologia preferencial). Remoção manual ou com recurso a redes, dragagem. Para o sucesso desta metodologia é fundamental que não se criem e/ou fiquem fragmentos de grandes dimensões na água. Ensombramento das massas de água invadidas. O ensombramento pode ser conseguido quer pela plantação de árvores nas margens das áreas afectadas ou pela colocação de uma cobertura opaca. Aplicação foliar de herbicida. Pulverizar com herbicida (princípio ativo: 2,4-D em formulações adaptadas a ambientes aquáticos) limitando a aplicação à espécie-alvo.
Origem dos dados
Invasoras.pt [Plataforma de Ciência Cidadã do Centro de Ecologia Funcional - Universidade de Coimbra & Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra]
Referências bibliográficas
fdsf
Disponível
aqui
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