Árvore de até 15 m, com ritidoma liso, acinzentado. Folhas: perenes, verde-acinzentadas, recompostas, com 10-26 pares de pínulas, por sua vez com 20-50 pares de folíolos, estes com 2-5 x 0,4-0,7 mm; ráquis central da folha com glândulas apenas nas zonas de inserção das pínulas.
Flores: amarelo-vivo reunidas em capítulos de 5-6 mm de diâmetro, formando grandes panículas.
Frutos: vagens castanho-avermelhadas, comprimidas, pruinosas, ± contraídas entre as sementes.
Floração: janeiro a abril.
Árvore perene, de folhas verde acizentadas e floração amarelo vivo.
Cultivada em Portugal para fixação de solos e como espécie florestal, plantada também para fins ornamentais.
Reproduz-se vegetativamente formando vigorosos rebentos de touça ou raiz, após o corte. Também se reproduz por via seminal produzindo muitas sementes, que se acumulam em bancos de sementes muito numerosos, permanecendo viáveis no solo durante muitos anos. As sementes são dispersas por animais, sobretudo por pássaros e formigas, e, por vezes, por ventos fortes e por acção humana (por exemplo aquando de transporte de solos ou agarradas aos sapatos e outros materiais) o que leva à formação de focos de invasão dispersos e/ou afastados das áreas invadidas. A maioria das sementes acumulam-se debaixo das árvores-mãe. A introdução e plantação intencional generalizadas desta espécie, incluindo como ornamental, são suscetíveis de representar um risco de futuros eventos invasores.
Terrenos frescos dos vales, zonas montanhosas e margens de cursos de água e de vias de comunicação. Invade principalmente depois de incêndios.
Dispersão antropogénica (rodados de viatura, carros de extração lenhosa, etc.) e natural (anemófila, insectos, animais e pássaros).
Forma povoamentos muito densos impedindo o desenvolvimento da vegetação nativa, diminuindo o fluxo das linhas de água e agravando alguns problemas de erosão. Tem efeitos alelopáticos, impedindo o desenvolvimento de outras espécies. Produz muita folhada rica em azoto promovendo a alteração do solo, o que poderá ter efeitos negativos no desenvolvimento e sobrevivência das espécies nativas e, simultaneamente, favorecer o crescimento de A. dealbata e/ou outras espécies invasoras. FC
Impactos ao nível sanitário: alergias. FC
Diminuição da produtividade de forma genérica, embora possa haver hipótese de aproveitamento do material lenhoso desta espécie para diversas industrias transformadoras Custos elevados na aplicação de medidas de controlo. FC
Pinheiros diversos.
teste texto e caracteres especiais Vânia Cação
Ter em conta a legislação relativa ao registo de pesticidas, de forma a consultar lista nacional de pesticidas registados. De igual foma deve ser consultada a autoridade nacional para este efeito (DGAV) para determinar quais os produtos legalmente autorizados a serem utilizados para o controlo químico. Os pesticidas devem ser sempre utilizados em conformidade com as regras determinadas para o produto em causa.
Consultas via web e documentação impressa.